sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

O PCCS na LOA 2017, será que agora vai?

Três assuntos me chamaram a atenção nas publicações do D.O. do Município do dia 21/02/2017, são estas:

1 - Foram exonerados 4 (quatro) Agentes de Endemias;























2 - No Detalhamento da Despesa do Poder Executivo de 2017, D.O. suplementar, a Emenda da criação do nosso PCCS;
















3 - Orçamento ou despesas da AP3.3, R$ 205.803.547,00.



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Incentivo Financeiro para a Vigilância em Saúde nos últimos 5 anos

Boa noite novamente, somente para divulgar os números do Incentivo Financeiro aos Estados, Distrito Federal e Municípios para Vigilância em Saúde. Nestes últimos 5 anos foram mais de R$ 7,4 bilhões distribuídos para os Entes da Federação e para o nosso Município, Rio de Janeiro, esse número passa com folga dos R$ 206 milhões. Você deve esta se perguntando, onde foi parar toda essa grana? Mas a pergunta chave é essa, FOI EMPREGADO DO MODO CERTO?

Muitos dirão, apesar de não serem destinados todos os valores para o combate a endemias, "um simples e frágil mosquito preto e branco, que vive em torno de 30 dias, está vencendo essa batalha de recursos financeiros", essa é a mais pura verdade. O que falta para funcionar e ser um modelo a Vigilância em Saúde? 

Sei que não é dinheiro...

Jaime AVS

Ministério da Saúde
Gabinete do Ministro

PORTARIA Nº 1.378, DE 9 DE JULHO DE 2013
Regulamenta as responsabilidades e define diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, relativos ao Sistema Nacional de Vigilância em Saúde e Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.

CAPÍTULO III
DO FINANCIAMENTO DAS AÇÕES
Seção I

Do Bloco Financeiro de Vigilância em Saúde e da Transferência de Recursos
Art. 13. Os recursos federais transferidos para Estados, Distrito Federal e Municípios para financiamento das ações de Vigilância em Saúde estão organizados no Bloco Financeiro de Vigilância em Saúde e são constituídos por:

I - Componente de Vigilância em Saúde; e
II - Componente da Vigilância Sanitária.

Parágrafo único. Os recursos de um componente podem ser utilizados em ações do outro componente do Bloco de Vigilância em Saúde, desde que cumpridas as finalidades previamente pactuadas no âmbito da CIT para execução das ações e observada a legislação pertinente em vigor.

Art. 14. Os recursos do Bloco de Vigilância em Saúde serão repassados mensalmente de forma regular e automática do Fundo Nacional de Saúde para os Fundos de Saúde dos Estados, Distrito Federal e Municípios para uma conta única e específica.

Seção II
Do Componente da Vigilância em Saúde
Art. 15. O Componente de Vigilância em Saúde refere-se aos recursos federais destinados às ações de:

I - vigilância;
II - prevenção e controle de doenças e agravos e dos seus fatores de risco; e
III - promoção.

§ 1º A aplicação dos recursos oriundos do Componente de Vigilância em Saúde guardará relação com as responsabilidades estabelecidas nesta Portaria, sendo constituído em:
I - Piso Fixo de Vigilância em Saúde (PFVS); e
II - Piso Variável de Vigilância em Saúde (PVVS).
III - Assistência Financeira aos Agentes de Combate às Endemias. (Redação dada pela PRT GM/MS n° 1.955 de 02.12.2015)

§ 2º Os valores do PFVS serão ajustados anualmente com base na população estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Art. 16. O PFVS compõe-se de um valor "per capita" estabelecido com base na estratificação das unidades federadas em função da situação epidemiológica e grau de dificuldade operacional para a execução das ações de vigilância em saúde.  

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Que rombo é esse?

Boa noite amigos, com o anúncio do novo Prefeito do Rio sobre o rombo no Orçamento de R$ 4 bilhões, fez reviver o sentimento de perda e insegurança implantado pelo antigo gestor, não é por acaso, somente nós sabemos o que passamos nestes 8 anos de PMDB, reajuste ridículo pelo IPCA-E, que fez os nossos salários despencarem em relação ao da iniciativa privada, o plano de saúde além de ser inferior, muitos servidores tiveram que cancelar, os seus ou dos familiares, por terem aumentados demais, o vale alimentação sem reajuste, o último foi no início de 2012, faz com que a situação piore, sem contar com a estrutura de trabalho precária, há mais de 2 anos sem receber uniforme, não temos segurança para executar o nosso serviço nas áreas em conflito, entre outras coisas.

É, não sei se vocês compartilham o mesmo pensamento, mas precisamos o mais rápido possível de BOAS NOTÍCIAS, PORQUE DAS MÁS ESTOU CHEIO...

Jaime AVS

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